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O Planeta Vênus

Imagens e Estatísticas

Imagem de Vênus pela Mariner 10
Esta bonita imagem de Vênus é um mosaico de três imagens tiradas pela Mariner 10 em 5 de Fevereiro de 1974. Ela nos mostra a espessa cobertura de nuvens que impede a observação ótica da superfície de Vênus. Somente através do mapeamento por radar é que a superfície se revela. (Copyright Calvin J. Hamilton)
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Imagem de Vênus pela Galileo
Em 10 de Fevereiro de 1990 a sonda Galileo obteve esta imagem de Vênus. Apenas se observa a sua camada de nuvens. (Copyright Calvin J. Hamilton)
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Imagem de Vênus pelo Hubble
Esta é uma imagem de Vênus em luz ultravioleta tirada pelo Telescópio Espacial Hubble em 24 de Janeiro de 1995, quando o planeta estava a uma distância de 113,6 milhões de quilômetros da Terra. Em comprimentos de onda ultravioleta as formações de nuvens tornam-se distintas.

Em especial, uma formação em "Y" horizontal vista próximo do equador. As regiões polares são mais brilhantes, possivelmente mostrando uma neblina de pequenas partículas sobrepondo-se às nuvens. As regiões escuras mostram a localização de dióxido de enxofre aumentado junto ao teto de nuvens. De missões anteriores, os astrônomos sabem que tais formações viajam de Leste para Oeste, com os ventos predominantes de Vênus dando uma volta completa ao planeta em quatro dias. (Crédito: L. Esposito, University of Colorado, Boulder, and NASA)

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Vênus
Esta é uma vista global da superfície de Vênus, centrada a 180 graus longitude Este. A cor simulada serve para evidenciar estruturas em pequena escala. (Cortesia NASA/JPL)
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Cinco vistas globais
A superfície de Vênus é apresentada em cinco vistas globais. A imagem ao centro (A) está centrada sobre o pólo-norte de Vênus. As restantes estão centradas sobre o equador de Vênus a (B) 0 graus longitude, (C) a 90 graus Leste, (D) a 180 graus e (E) a 270 graus. A região brilhante perto do centro da vista polar é Maxwell Monts, a mais alta cadeia de montanhas de Vênus. Ovda Regio aparece centrada na vista (C) 90 graus Leste. Atla Regio é proeminentemente observada na vista (D) 180 graus. (Cortesia NASA/JPL)
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Vista hemisférica de Vênus
A vista hemisférica de Vênus, revelada por mais de uma década de investigações por radar que culminaram com a missão Magalhães em 1990-94, está centrada a 0 graus Leste de longitude. A resolução real desta imagem é de 3 km. Foi processada para melhorar o contraste e dar ênfase às pequenas formações, e codificada por cor para representar as elevações. (Cortesia NASA/USGS)
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Mapa Venusiano
Esta imagem é uma projeção Mercator da topografia Venusiana. Foram atribuídos nomes a muitas das diferentes regiões. O mapa estende-se de -66,5 a 66,5 graus em latitude e começa a 240 graus longitude. (Copyright Calvin J. Hamilton)
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Mapa Topográfico Venusiano
Este é outra projeção de Mercator da topografia Venusiana. O mapa estende-se de -66,5 a 66,5 graus em latitude e começa a 240 graus longitude. (Cortesia A.Tayfun Oner)
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Topografia Venusiana
Esta imagem é uma projeção de Mercator da topografia Venusiana das regiões montanhosas, tais como Terra Ishtar, Terra Aphrodite, Alpha Region e Beta Regio, mostradas em amarelo e laranja. As regiões baixas estão representadas em azul. (Courtesy NASA/JPL)
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Mapa Cilíndrico de Vênus
Vênus é mostrado neste simples mapa cilíndrico da superfície. Os limites esquerdo e direito da imagem estão a 240 graus de longitude Leste. O topo e fundo da imagem estão à latitude de 90 graus Norte e à latitude 90 graus Sul, respectivamente. A região brilhante no topo esquerdo, ao centro, é são os Montes Maxwell, a mais alta cordilheira de Vênus. Terra Aphrodite, grande região de terras altas, estende-se do equador ao centro-direita da imagem. Os sinais escuros espalhados na imagem são halos que rodeiam crateras mais recentes. A globalidade destes dados revelam um número de crateras consistente com a idade média da superfície de Vênus, de 300 a 500 milhões de anos. (Cortesia NASA/JPL)
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Gula Mons e Cratera Cunitz
Uma parte de Eistla Regio Ocidental é mostrada nesta imagem tridimensional, em perspectiva, da superfície de Vênus. O ponto de vista está situado a 1.310 km a sudoeste de Gula Mons numa elevação de 0,78 km. O ponto de vista aponta para Noroeste, com Gula Mons aparecendo no horizonte. Gula Mons, um vulcão com 3 km de altura, está localizado aproximadamente a 22º Norte e 359º Leste. A cratera de impacto Cunitz, nome da astrônoma e matemática Maria Cunitz, é visível no centro da imagem. A cratera tem 48,5 km de diâmetro e está a 215 km do ponto de vista do observador. (Cortesia NASA/JPL)
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Eistla Regio - Vale em Fenda
Uma parte de Eistla Regio Ocidental é mostrada nesta imagem tridimensional, em perspectiva, da superfície de Vênus. O ponto de vista está localizado a 725 km a Sudeste de Gula Mons. Um Vale em Fenda, em primeiro plano, estende-se até à base de Gula Mons, um vulcão com 3 km de altura. Esta vista está de frente para Noroeste, com Gula Mons aparecendo à direita no horizonte. Sif Mons, um vulcão com 300 km de diâmetro, e com 2 km de altura, aparece à esquerda de Gula Mons, ao fundo. (Cortesia NASA/JPL)
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Eistla Regio
Uma parte de Eistla Regio é mostrada nesta imagem tridimencional, em perspectiva, da superfície de Vênus. O ponto de vista está localizado a 1.100 km a Noroeste de Gula Mons, numa elevação de 7,5 km. Correntes de lava estendem-se por centenas de km pelas planícies fraturadas, em primeiro plano, até à base de Gula Mons. Esta imagem mostra o Sudoeste com Gula Mons aparecendo à esquerda, logo abaixo da linha de horizonte. Sif Mons aparece à direita de Gula Mons. A distância entre Sif Mons e Gula Mons é de, aproximadamente, 730 km. (Cortesia NASA/JPL)
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Planalto Lakshmi
As escarpas sul e enseadas Ocidentais de Ishtar Terra são mostradas nesta imagem tridimensional, em perspectiva. Terra Ishtar Ocidental é, aproximadamente, do tamanho da Austrália, e é um dos maiores focos de investigações da sonda Magalhães. A região montanhosa está situada entre 2,5 e 4 km de altitude, no centro de um planalto chamado Planalto Lakshmi que pode ser visto à distância, à direita. Aqui, a superfície do planalto cai precipitadamente para as planícies limítrofes, com declives cuja inclinação excede os 5% em 50 km. (Cortesia NASA/JPL)
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Imagem Tridimensional, em Perspectiva, de Alpha Regio
Uma parte de Alpha Regio é mostrada nesta imagem tridimensional, em perspectiva, da superfície de Vênus. Alpha Regio, elevação topográfica com aproximadamente 1.300 km de extensão, está centrada a 25 graus de latitude Sul, 4 graus de longitude Leste. Em 1963, Alpha Regio foi a primeira região a ser identificada por radar da Terra. As zonas brilhantes da imagem de Alpha Regio são caracterizadas por múltiplos conjuntos de intersecções compostas de sulcos, gargantas, que dão origem a formas poligonais. Ao Sul deste complexo terreno está uma grande formação ovoide chamada Eve. O ponto brilhante da imagem de radar, centralizada em Eve, marca a localização do primeiro meridiano de Vênus. (Cortesia NASA/JPL)
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Arachnoids
Arachnoids é uma das mais espantosas formações encontradas em Vênus. Ela é vista, no radar, como planos escuros na imagem da Magalhães, num mosaico da região de Fortuna. Tal como o nome sugere, Arachnoids são formações ovais, com anéis concêntricos e uma complexa rede de fraturas estendendo-se para fora. Os Arachnoids variam em tamanho de, aproximadamente, 50 a 230 km de diâmetro. Arachnoids são similares em forma, mas geralmente menores, que as Coronae (estruturas vulcânicas circulares cercadas por cordilheiras e sulcos, bem como linhas radiais). Uma teoria, no que diz respeito à sua origem, diz que elas são precursoras da formação Coronae. As linhas brilhantes que o radar mostra, estendendo-se por muitos km, podem ser resultado do magma expelido do interior do planeta, e que empurrou a superfície para cima formando "fendas". Correntes de lava brilhantes, no radar, estão presentes na 1ª e 3ª imagens, e também indicam atividade vulcânica nesta área. Algumas das fraturas atravessam estas correntes, indicando que as mesmas ocorreram antes destas surgirem. Tal relação entre diferentes estruturas fornece boas evidências para uma relativa datação dos eventos. (Cortesia NASA/JPL)
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Linhas Paralelas
São visíveis dois grupos de formações paralelas que se cruzam quase em ângulos retos. A regularidade deste terreno fez com que os cientistas o apelidassem de terreno papel gráfico. Os fracos delineados são espaçados em intervalos de 1 km e estendem-se além dos limites da imagem. Os mais brilhantes e dominantes delineados são menos regulares, e frequentemente parecem iniciar e terminar onde interceptam os delineados mais fracos. Ainda não está claro onde os dois conjuntos de delineados representam falhas ou fraturas porém, em áreas fora da imagem, os delineados brilhantes estão associados com crateras e outras formações vulcânicas. (Cortesia Calvin J. Hamilton)
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Fotografias da Superfície pelas Venera 9 e 10
As sondas Soviéticas Venera 9 e 10 foram lançadas a 8 e 14 de Junho de 1975, respectivamente, para fazer algo sem precedentes: pousar na superfície de Vênus e obter fotografias. A Venera 9 tocou a superfície de Vênus a 22 de Outubro de 1975 às 17:13 horas, a cerca de 32 º Sul, 291º Leste, com o Sol próximo ao zênite. Funcionou durante 53 minutos, permitindo a obtenção de uma única fotografia. A Venera 9 pousou num declive com uma inclinação de cerca de 30 graus em relação ao horizonte. A parte branca na base da imagem é parte da sonda. A distorção é provocada pelo sistema de imagem da Venera. Pedras angulares, de tamanhos com 30 a 40 centímetros, dominam a paisagem, muitas semi-enterradas no solo. O horizonte é visível nos cantos superiores, tanto à esquerda como à direita.

A Venera 10 (em baixo) tocou a superfície de Vênus a 25 de Outubro de 1975 às 17:17 horas, a cerca de 16º Norte, 291º Leste. A sonda ficou com uma inclinação de 8 graus. Devolveu à Terra esta imagem durante os 65 minutos que operou na superfície. O Sol estava próximo ao zênite durante esse tempo, e a luz era semelhante a um dia de Verão na Terra. Os objetos na parte inferior da imagem são peças da sonda. A imagem mostra lajes de rocha, parcialmente cobertas por uma fina camada de material, não muito diferente a uma área vulcânica na Terra. A grande laje ao fundo estende-se por mais de 2 metros.

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Fotografias Coloridas da Superfície pela Venera 13
Em 1º de Março de 1982 a Venera 13 tocou na superfície de Vênus a 7,5º Sul, 303º Leste, a Leste de Phoebe Regio. Foi a primeira missão Venera a incluir uma câmara de televisão a cores. A Venera 13 resistiu na superfície por 2 horas e 7 minutos, tempo suficiente para obter 14 imagens. Esta imagem foi conseguida usando filtros de cor azul, verde e vermelho, com uma resolução de 4 a 5 minutos. Parte da sonda é visível na base da imagem. Estão visíveis lajes e solo. A verdadeira cor é difícil de avaliar, dado que a atmosfera de Vênus filtra a luz azul. A composição da superfície é semelhante ao basalto da Terra. No terreno ao fundo está a tampa da lente. Esta imagem é a metade esquerda da fotografia da Venera 13.

 

Estatísticas de Vênus
Massa (kg) 4.869x1021
Massa (Terra = 1) 0,81476
Raio equatorial (km) 6.051,8
Raio equatorial (Terra = 1) 0,94886
Densidade média (gm/cm³) 5,25
Distância média do Sol (km) 108.200.000
Distância média do Sol (Terra = 1) 0,7233
Período de rotação (dias) -243,0187
Período orbital (dias) 224,701
Velocidade orbital média(km/s) 35,02
Excentricidade orbital 0,0068
Inclinação do eixo (graus) 177,36
Inclinação orbital (graus) 3,394
Gravidade equatorial na superfície (m/s²) 8,87
Velocidade de escape no equador(km/s) 10,36
Albedo geométrico visual 0,65
Magnitude (Vo) -4,4
Temperatura média na superfície 482°C
Pressão Atmosférica (bars) 92

Composição atmosférica
  Dióxido de Carbono
  Nitrogênio

Vestígios de : Dióxido de enxofre, vapor de água, monóxido de carbono, argônio, hélio, neônio, cloreto de hidrogênio e fluoreto de hidrogênio.


96%  
3+%  
 

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