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O Planeta Mercúrio

IMAGENS E ESTATÍSTICAS

A Vista na Chegada a Mercúrio

A Vista na Chegada a Mercúrio
Este mosaico de imagens de Mercúrio foi construído a partir de fotografias obtidas pela Mariner 10 seis horas antes da sonda passar pelo planeta em 29 de Março de 1974. Estas imagens foram obtidas de uma distância de 5,38 milhões de km. (Cortesia Calvin J. Hamilton, USGS, e NASA)

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Mercúrio

Mercúrio
Este mosaico de duas imagens (FDS 26850, 26856) de Mercúrio foi construído de fotografias obtidas pela Mariner 10 poucas horas antes do primeiro e mais próximo encontro entre a sonda e o planeta em 29 de Março de 1974. (Copyright Calvin J. Hamilton)

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Vista na Partida de Mercúrio

Vista na Partida de Mercúrio
Este mosaico de Mercúrio foi criado a partir de mais de 140 imagens obtidas pela sonda Mariner 10 enquanto passava pelo planeta mais interior em 29 de Março de 1974. A trajetória da Mariner 10 levou a sonda até ao hemisfério escuro de Mercúrio. As imagens foram obtidas depois da sonda sair da sombra de Mercúrio. (Cortesia Mark Robinson, Northwestern University)

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Os Montes de Mercúrio

Os Montes de Mercúrio
"Terreno estranho" é o que descreve melhor esta região de elevações de Mercúrio. Esta área está no ponto antípoda da grande bacia Caloris. A onda de choque produzida pelo impacto de Caloris foi refletida e concentrou-se no ponto antípoda, modificando a crosta e partindo-a numa série de blocos complexos. A área mostrada tem cerca de 100 km de lado. (Copyright Calvin J. Hamilton; FDS 27370)

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Sudoeste de Mercúrio

Sudoeste de Mercúrio
Esta imagem mostra uma parte do quadrante sudoeste de Mercúrio obtida em 29 de Março de 1974, pela sonda espacial Mariner 10. A fotografia foi obtida quatro horas antes da maior aproximação quando a Mariner 10 estava a 198 mil km do planeta. As maiores crateras vistas nesta figura têm cerca de 100 km de diâmetro. (Copyright Calvin J. Hamilton; FDS 27216, 27217, 27224, 27225)

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A Bacia Caloris Planitia

A Bacia Caloris Planitia
Este mosaico mostra a bacia Caloris Planitia. Caloris é o termo latino que significa calor e a bacia teve este nome por estar próxima do ponto subsolar (o ponto mais próximo do sol) quando Mercúrio está no afélio. A bacia Caloris tem 1.300 km de diâmetro e é o maior elemento conhecido de Mercúrio. Foi formada pelo impacto de um projétil da dimensão de um asteróide. A superfície interior da bacia contém planos suaves mas é muito sulcada e fraturada. O cimo desta imagem é aproximadamente a norte. (Copyright Calvin J. Hamilton; FDS 188-199)

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A Superfície Interior de Caloris

A Superfície Interior de Caloris
Esta imagem é uma fotografia em alta resolução da bacia Caloris mostrada na imagem anterior. Mostra os sulcos e fraturas que aumentam em tamanho conforme estão mais próximas do centro da bacia (acima à esquerda). (Copyright Calvin J. Hamilton; FDS 126)

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Crateras Brilhantes Raiadas

Crateras Brilhantes Raiadas
Esta imagem mostra duas crateras proeminentes de Mercúrio (acima à direita) com auréolas brilhantes. As crateras têm cerca de 40 km de diâmetro. As auréolas e raios cobrem outras estruturas da superfície, indicando que são algumas das estruturas mais recentes em Mercúrio. (Copyright Calvin J. Hamilton; FDS 275)

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Bacia de Anel Duplo

Bacia de Anel Duplo
Esta imagem mostra uma bacia de anel duplo que tem 200 km de diâmetro. A superfície interior é plana e suave. O anel interior tem uma elevação inferior à do anel exterior. (Copyright Calvin J. Hamilton; FDS 27301)

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Grandes Falhas em Mercúrio

Grandes Falhas em Mercúrio
Esta imagem obtida pela Mariner 10 mostra Rupes Santa Maria, uma estrutura escura sinuosa que atravessa a cratera ao centro da imagem. Muitas destas estruturas foram descobertas nas imagens de Mercúrio da Mariner 10 e foram interpretadas como sendo enormes falhas tectônicas em que parte da crosta de Mercúrio foi empurrada por cima das partes adjacentes por forças de compressão.

A abundância e comprimento destas falhas indicam que o raio de Mercúrio diminuiu 1-2 km após a solidificação e a formação das crateras de impacto. Esta alteração do volume provavelmente foi devida ao arrefecimento do planeta, após a formação de um núcleo metálico com 3/4 da dimensão do planeta. A imagem representa uma zona com 200 km de lado e a zona superior aponta o norte. (© Copyright 1998 by Calvin J. Hamilton; FDS 27448)

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Os Sulcos Antoniadi
Esta imagem representa um sulco com 450 km chamado Antoniadi. Está ao longo do lado direito da imagem, e atravessa quase ao meio uma grande cratera com 80 km. Atravessa planícies suaves ao norte e planícies intercrateras ao sul [Strom et al., 1975]. (Copyright Calvin J. Hamilton)



Estatísticas de Mercúrio
Massa (kg) 3,303x1023
Massa (Terra = 1) 5,5271x10-2
Raio equatorial (km) 2.439,7
Raio equatorial (Terra = 1) 0,38252
Densidade média (gm/cm³) 5,42
Distância média ao Sol (km) 57.910.000
Distância média ao Sol (Terra = 1) 0,3871
Período de rotação (dias) 58,6462
Período orbital (dias) 87,969
Velocidade orbital média (km/seg) 47,88
Excentricidade orbital 0,2056
Inclinação do eixo (graus) 0,00
Inclinação orbital (graus) 7,004
Gravidade à superfície no equador(m/seg²) 2,78
Velocidade de escape no equador (km/seg) 4,25
Albedo geométrico visual 0,10
Magnitude (Vo) -1,9
Temperatura média à superfície 179°C
Temperatura máxima à superfície 427°C
Temperatura mínima à superfície -173°C
Composição atmosférica
Hélio
Sódio
Oxigênio
Outros

42%
42%
15%
1%
 

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