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HISTÓRIA

Astronomia atravÉs dos tempos

Stonehenge

Onde estamos? Eis uma questão que surgiu com o próprio homem. De fato, uma das primeiras preocupações do homem foi saber sua posição no Universo. É uma motivação semelhante à que leva o indivíduo a procurar se situar sucessivamente em sua rua, seu bairro, sua cidade, seu país etc. Tal interesse surgiu pela própria contemplação do Céu, que se alternava em dias e noites.

A sucessão de dias e noites possibilitou ao homem solucionar um outro problema: o da medida de tempo. Quantos dias se passaram desde que ocorreu determinado fenômeno, como, por exemplo, o início o reinado de um governante. Quanto tempo falta para o próximo período de chuvas ou de seca?

Se o dia facilitou a marcação de um período de 24 horas, por sinais em rochas ou nós em cordas como faziam os Incas, o ciclo das fases da Lua induziu os homens a adotarem intervalos de tempo mais longos, de sete dias: as semanas. A sucessão dos períodos de chuva e de seca, determinando os períodos de semeadura e colheita, levou o homem primitivo a adotar intervalos de tempo mais longos. Dái surgiu a idéia das estações.

Foi observando o deslocar das estrelas no céu que o homem primitivo teve idéia de associar o aspecto noturno do Céu às variações meteorológicas. Assim, diferentes conjuntos de estrelas passaram a significar sinais de uma nova estação climática.

Órion, o caçadorPara memorizar os diferentes aspectos do céu, o homem juntou as estrelas em agrupamentos aparentes de estrelas, as constelações, designando-as com os nomes dos personagens e animais de sua mitologia. Para melhor facilitar a retenção destas constelações na memória, era conveniente associá-las entre si a uma história de cunho popular. Uma história como a de Escorpião e Órion, cujo relato já fizemos, e o aspecto simbólico de cada constelação permitiam uma melhor memorização verbal das idéias sobre a sucessão dos anos, e das semanas, bem como das mudanças climáticas decorrentes das estações ao longo do ano.

A tradição oral transmitiu, ao longo dos tempos históricos até os dias atuais, não só a idéia de um Céu constelado, mas também todo um conjunto de lendas. Em conseqüência desse processo verbal, uma série de superstições foi sendo adicionada a estas lendas, com o objetivo de explicar tudo aquilo que não se conseguia compreender racionalmente.

Como não encontrava uma explicação, o homem primitivo recorria às lendas e seus deuses, que tudo explicavam, e por isto deveriam adorar as entidades sobrenaturais que pareciam possuir um grande poder sobre os fenômenos naturais. Assim, os astros passaram a ser idolatrados como deuses. A Lua, deusa da noite; o Sol, senhor do dia etc. Daí surgiu a astrolatria, que conduziria o pensamento humano, mais tarde, à astrologia - um avanço maior em relação à mera ação contemplativa da adoração, pois era uma atividade que envolvia, além da adoração, uma vaga noção de previsão.

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2009 - Ano Internacional da Astronomia
 

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