www.astronomiaamadora.net
Home | História | O Sistema Solar | O Universo | Astronáutica | Biografias | Download | Telescópio Hubble
  Ofertas Shopping UOL Binóculo no Shopping UOL Oculares no Shopping UOL Lunetas no Shopping UOL Telescópios no Shopping UOL  
 

top left top right
 

ASTRONÁUTICA

APOLLO 11 : A Conquista da Lua (1969)

(Extraído de "O Livro de Ouro do Universo")
Tripulação da Apollo 11: Armstrong, Collins e Aldrin, da esquerda para a direita

A primeira idéia de se alcançar o nosso satélite previa a construção de um enorme foguete, de três estágios, denominado Nova, capaz de colocar uma nave de 68 toneladas em trajetória lunar. Depois de entrar na órbita lunar, a nave desceria na superfície da Lua por intermédio de retrofoguetes. Esta mesma nave decolaria da Lua diretamente para a Terra. Este método foi chamado de ascensão direta. Embora alguns especialistas da NASA tivessem inicialmente aceitado esta idéia, logo verificaram que a ascensão direta implicaria na construção de um foguete quase duas vezes mais poderoso do que qualquer outro já idealizado. Deveria possuir uma força propulsora inicial de 60 mil toneladas.

Uma idéia rival era a earth-orbit rendez-vous, encontro em órbita terrestre, no qual se previa a montagem de partes separadas da nave Apollo em órbita terrestre. Este processo, que Von Braun defendeu no início, implicaria no lançamento de foguetes que transportariam a nave dividida em cinco partes, as quais seriam acopladas ao redor da terra. Depois de montada, a nave seria usada para o lançamento de um foguete que deveria atingir a Lua em vôo direto. Tratava-se de um aperfeiçoamento do método anterior de ascensão direta. Além das dúvidas sobre as condições de descida, havia um outro inconveniente: a precisão que o lançamento de múltiplos foguetes, em intervalo de segundos, iria exigr.

Foi sugerido um terceiro método, na realidade uma outra variante do encontro em órbita terrestre. Pensou-se em enviar um veículo de reabastecimento à nave tripulada Apollo, em sua viagem à Lua. A grande vantagem deste método seria a redução considerável no peso do veículo tripulado.

O lançador Saturno VUma outra variante desse processo, o quarto método, consistia em transportar propulsante suplementar e abastecimento na superfície lunar, por meio de veículos não tripulados. Após a descida na Lua, os tripulantes da Apollo, em vôo direto, poderiam se reabastecer para seu regresso à Terra. Além do risco de que os astronautas viessem a descer muito longe do abastecimento, haveria a dúvida sobre se eles teriam descido intactos.

O quinto método, denominado lunar-orbit rendez-vous, encontro em órbita lunar, previa o lançamento por um único foguete, no qual estaria incluída a nave Apollo e um foguete-veículo, denominado módulo lunar, que deveria se separar da espaçonave principal para realizar a alunissagem. Em termos de gasto de energia, este processo revelou-se o mais econômico. Na realidade, ele compreenderia duas fases principais: a entrada em uma órbita de espera ao redor da Terra e outra ao redor da Lua.

Assim, dois astronautas desceriam ao solo lunar mo módulo de alunissagem, enquanto um terceiro permaneceria nos módulos de comando e serviço ao redor da Lua. Depois de concluídas todas as tarefas na superfície lunar, os astronautas retornariam à órbita da Lua, por intermédio do estágio superior do módulo lunar, para um encontro e acoplamento com a Apollo, antes de sua volta à Terra.

Um cálculo inicial estimou em aproximadamente 50 mil kg a propulsão necessária para levar a nave até a Lua. Ora, tal valor estava dentro da capacidade do lançador Saturno 5. Desde 1962 a família dos foguetes Saturno se encontrava bem desenvolvida.

  Próxima »
 
bottom left bottom right

Ir para:

Bookmark and Share
2009 - Ano Internacional da Astronomia
 

Principal

Outros conteúdos

Sobre nós...

Assine nosso Feed RSS
© 2017 Astronomia Amadora.net - Todos os direitos reservados