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ASTERÓIDES

ESTATÍSTICAS E IMAGENS

Meteorito Condrito
Este meteorito foi colhido nas Colinas Allan Hills, na Antártida. Meteoritos são pedaços de rocha que foram capturados pela gravidade de um planeta e atraídos para a superfície. Este meteorito é do tipo chamado condrito, e pensa-se que foi formado ao mesmo tempo que os planetas da nebulosa solar, há cerca de 4,55 bilhões de anos. (Cortesia NASA/JPL)

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Meteorito Acondrito
Descoberto no Pico Reckling, na Antártida, este tipo de meteorito é conhecido por acondrito. Tem uma composição basáltica e foi provavelmente formado pela fusão de um asteróide há cerca de 4,5 bilhões de anos. O asteróide quebrou-se algum tempo depois e este pequeno fragmento do foi capturado pela gravidade terrestre e caiu no solo. (Cortesia NASA/JPL)

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Meteorito Férreo
Este meteorito férreo foi encontrado no Pico Derrick, na Antártida. Este tipo de meteorito tem esse nome porque é principalmente formado pelos elementos ferro e níquel. Esta amostra é provavelmente um pequeno fragmento do núcleo de um asteróide grande que se partiu. (Cortesia NASA/JPL)

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Meteorito Marciano
Embora este meteorito tenha sido colhido em Elephant Moraine, na Antártida, em 1979, alguns cientistas acreditam que se originou do planeta Marte. Os minerais encontrados nesta rocha são semelhantes aos que os cientistas esperam encontrar em rochas de Marte. Ele também contém vesículas, ou pequenas bolsas, que contêm ar muito semelhante ao ar medido em Marte pela sonda Viking. Sua idade estimada é de 180 milhões de anos. (Cortesia NASA/JPL)

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Um Meteorito Marciano
Este meteorito, denominado EETA 79001, foi encontrado no gelo na Antártida, e é muito provavelmente de Marte. Para comparação da escala, o cubo em baixo à direita tem 1 cm de lado. O meteorito está parcialmente coberto por uma camada vítrea preta, a crosta da fusão. A crosta da fusão forma-se quando o meteorito entra na atmosfera terrestre em alta velocidade. A calor gerado pelo atrito funde a parte exterior do meteorito. Por dentro, o meteorito é cinzento. É um basalto, muito semelhante aos basaltos encontrados na Terra. Formou-se numa erupção vulcânica há cerca de 180 milhões de anos. Este meteorito é muito provavelmente de Marte porque contém uma pequena quantidade de gás que é quimicamente idêntico à atmosfera marciana. (Cortesia LPI)

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Vista Microscópica de um Meteorito Marciano
As rochas são frequentemente compostas por grãos minerais pequenos, que não podem ser vistos claramente sem um microscópio. Para ver estes pequenos grãos, os cientistas têm que moer e polir amostras muito finas de rochas (0,03 mm) para poder observá-las através da luz. Esta imagem microscópica, com 2,3 milímetros de lado, está em cor falsa, produzida por filtros polarizadores colocados acima e abaixo da lâmina do microscópio. Estes filtros provocam cores distintas em minerais diferentes, permitindo a sua fácil identificação. A maior parte deste meteorito (em amarelo, verde, rosa e preto) é o mineral olivina, que é comum em algumas rochas basálticas. O grão em faixas perto do centro é o mineral piroxene. (Cortesia Allan Treiman, LPI)

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Meteorito Vesta
Assume-se que este meteorito é uma amostra da crosta do asteróide Vesta, que é o terceiro objeto do sistema solar além da Terra do qual os cientistas têm uma amostra em laboratório (as outras amostras extraterrestres são de Marte e da Lua). O meteorito é único porque é composto quase totalmente pelo mineral piroxene, comum em correntes de lava. A estrutura granulosa do mineral do meteorito indica também que já esteve liquefeito, e os seus isótopos de oxigênio não são idênticos aos encontrados em todas as outras rochas da Terra e da Lua. A identidade química do meteorito aponta para o asteróide Vesta, porque tem a mesma assinatura espectral única do mineral piroxene.

A maior parte dos meteoritos identificados de Vesta estão sob os cuidados do Museu Australiano do Oeste (Western Australian Museum). Esta amostra, com 0,631kg, vem dos Serviços Meteoríticos de New England (New England Meteoritical Services). É uma amostra completa, que mede 9,6 x 8,1 x 8,7 cm, mostrando a crosta de fusão, evidência do último estágio na sua viagem para a Terra. (Crédito da Foto: R. Kempton, New England Meteoritical Services)

 

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